REVISÃO DO CÓDIGO DE ÉTICA DOS JORNALISTAS ( Acorda minha gente!)
Geralmente, a gente está acostumada a ouvir diversos jornalistas e estudantes reclamarem sobre o código de ética. Essas discussões ocorrem em salas de aula, em congressos e até mesmo em redações de jornais. Agora é a vez de “abrir a boca”. O site comunique-se publicou esta semana uma nota sobre a Revisão do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros. De acordo com a nota, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) disponibilizará um espaço em seu site para os jornalistas e interessados opinarem sobre possíveis modificações no código. O espaço estará aberto de dezembro deste ano a janeiro de 2007.
Já que somos considerados os “olhos e ouvidos” da sociedade, o grande diferencial desta revisão, é que o público também poderá participar. Ao final, todas as modificações serão avaliadas por uma comissão composta por seis representantes e será votada durante o Congresso Nacional Extraordinário dos Jornalistas, que acontecerá em Vitória (ES), em agosto de 2007.
Bom, se algum profissional ou estudante estiver insatisfeito está é a hora de reclamar. Gente, reclamar mesmo. Pelo amor de Deus, estou cansada de ouvir reclamações por todos os lados: que a nossa categoria não é unida; que os sindicatos não cumprem o que deveriam; que essa tal de Fenaj não vale nada... Ok, vamos supor que tudo isso seja verdade. Será que ficar falando sobre isso em uma roda de amigos ou demonstrando insatisfação em salas de aula vai resolver alguma coisa? Se a gente não se unir, e lutar pelos nossos direitos, quem é que vai? Direito? Odontologia? Certamente, não.
Em falar nisso, quem ler esse post, faça um favor de me responder se um dia na vida já foram em algum congresso de jornalista? Sinceramente, uns grupos de pessoas que tomaram a liderança, como os presidente de sindicatos, fizeram isso porque querem fazer algo pela categoria. Pode até ser ineficiente, mas pelo menos estão tentando. E se eles não saem dos seus cargos, os culpados somos nós, que não votamos para isto. A verdade é que tudo depende de participação, no entanto, como sempre este é um problema no Brasil.
Ao final deste post, fica aqui uma sugestão. Se vocês querem fazer algo por você mesmo ou porque alguém, mudar alguma situação, ficando em casa reclamando certamente não é a melhor opção. Que tal por em prática aquela palavrinha mágica: participação?
Escrito por Jackie às 15h48
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